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SERJUSMIG

Em Brasília, nossos guerreiros lutam incansavelmente pelos direitos dos trabalhadores

 

Incansáveis como sempre, nossos guerreiros passaram o dia em Brasília, lutando contra a aprovação da PEC da Morte – que congela investimentos nos serviços públicos por 20 anos, depauperando o Estado para quem mais precisa dele: os trabalhadores brasileiros – e também contra as reformas da Previdência e Trabalhista, cuja tramitação deve ter início em breve, segundo defende o Governo Federal, prejudicando ainda mais – e de forma irreversível – os direitos de todos os assalariados.

Estão neste momento em Brasília a presidente do Sindicato, Sandra Silvestrini, o vice-presidente Rui Viana, e o diretor Financeiro, Antônio Costa, 30 servidores que se dispuseram a integrar a caravana do SERJUSMIG, além de cerca de 250 estudantes da UFMG, que receberam apoio do SERJUSMIG para também engrossar o coro dos protestos.

A marcha dos manifestantes percorreu os eixos de Brasília até a Esplanada dos Ministérios, para demonstrar aos governantes e a todos os parlamentares eleitos pelo povo, toda a sua insatisfação e revolta com a perda dos direitos, mas também a disposição para o enfrentamento, transformando a resistência em uma arma ainda mais forte que os ataques que vêm enfrentando impiedosamente.      

Bombas de gás lacrimogêneo, policiamento ostensivo, cavalaria, pancadaria e tanta violência não foram suficientes para conter os manifestantes, que sabem de seus direitos e, por isso mesmo, estavam ali, lutando em nome de milhões de brasileiros que correm o risco de terem, um a um, suas históricas conquistas expropriadas.

Logo no início da tarde, a PEC da Morte foi aprovada. Mas os guerreiros continuam em Brasília, na luta contra a Reforma da Previdência (PEC 287), medida falaciosa que visa estipular a idade mínima de 65 anos para aposentadoria dos brasileiros, e a Reforma Trabalhista, que vai flexibilizar a CLT, roubando dos brasileiros direitos há muito consagrados.

Mas esta luta precisa de você, Servidor: se você não pode participar das manifestações, escreva para o seu senador e para o seu deputado, e cobre deles uma postura política condizente com o papel que eles prometeram assumir quando pediram o seu voto. 

A hora é agora, pois, como aconteceu hoje com a PEC da Morte, amanhã será tarde demais!