
Imagine se no lugar do plano de saúde intermediado pelo sindicato, você tivesse que pagar o seu próprio plano sem intermediação, somente com o valor do auxílio-saúde que você recebe atualmente. Imagine como seria se, em questões jurídicas da sua vida funcional, no lugar da assessoria do sindicato e de escritórios parceiros, fosse preciso pagar um advogado especializado a cada demanda de direito previdenciário, cível, criminal ou administrativo. Imagine se, no lugar do Residencial SERJUSMIG, o servidor lotado no interior tivesse que pagar uma hospedagem sempre que fosse a Belo Horizonte fazer um exame médico.
Não é necessária muita imaginação para entender que, em muitos casos, a organização dos trabalhadores é um modo muito mais racional e eficaz de alocar recursos e prover bens e serviços do que a simples competição no mercado, de maneira individual. Se isso é verdade para pensar a lógica que organiza o serviço público, o mesmo pensamento também se aplica ao sindicato.
Por ter uma base numerosa e organizada, o SERJUSMIG pode negociar vantagens para o associado que, por outro meio, não seriam obtidas via mercado. Isso não impede que sigamos lutando por um serviço público gratuito, universal e de qualidade em todas as áreas fundamentais, bem como por melhores salários e auxílios. Mas os serviços contratados demonstram, na prática, a importância da organização coletiva.
Este é o tema da terceira edição do FALA DIRETORIA, com o diretor Felipe Galego.
SERJUSMIG
Unir, Lutar e Vencer