
Nem a determinação de priorização dada pelo Conselho Nacional de Justiça – CNJ, nem o clamor dos Servidores e magistrados de inúmeras comarcas mineiras, nem os apelos da OAB ou da sociedade têm sido suficientes para que o Tribunal de Justiça de Minas Gerais – TJMG, volte efetivamente suas atenções aos problemas enfrentados na 1ª Instância.
Essa semana, uma nova denúncia traz à tona a dura realidade vivida por estes Servidores. Em Uberaba, o número de ações praticamente triplicou em doze anos, saltando de 70 para 200 novos processos ao mês, enquanto o quadro de Servidores, cada vez mais reduzido frente ao aumento da demanda, se desdobra para conseguir dar andamento às ações.
A denúncia foi feita pelo juiz Lúcio Eduardo de Brito, da 3ª Vara Cível da comarca, ao Jornal de Uberaba.