
Na edição do Diário do Judiciário eletrônico publicada na última segunda-feira, 25, o TJMG designou Comissão de Transição para subsidiar a gestão dos futuros dirigentes do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, eleitos para o biênio 2020/2022.
De acordo com o ato, a Comissão Temporária Especial, denominada “Comissão de Transição”, com a incumbência de organizar informações da atual administração, para subsidiar a gestão da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais – TJMG, eleita para o biênio 2020/2022, será composta pelos seguintes integrantes:
I – magistrados:
a) Desembargadora Sandra Alves de Santana e Fonseca;
b) Desembargador Octavio Augusto De Nigris Boccalini;
c) Desembargador José Arthur de Carvalho Pereira Filho;
d) Desembargador Carlos Roberto de Faria;
e) Desembargador Amauri Pinto Ferreira;
f) Desembargador Maurício Pinto Ferreira;
g) Desembargador Bruno Terra Dias;
h) Juiz de Direito Rui de Almeida Magalhães;
i) Juiz de Direito Cássio Azevedo Fontenelle;
II – servidores:
a) Alexandre Ramos Souza;
b) Guilherme Augusto Mendes do Valle;
c) Maurício de Jesus Ribeiro de Souza;
d) Renato Cardoso Soares.
Foram designados para atuarem como interlocutores junto aos integrantes da Comissão de Transição:
I – Juiz de Direito Delvan Barcelos Júnior;
II – Juíza de Direito Rosimere das Graças do Couto;
III – Juiz de Direito Luiz Carlos Rezende e Santos;
IV – Juiz de Direito Jair Francisco dos Santos;
V – os servidores que compõem o Comitê Executivo de Gestão Institucional.
Foram instituídas, ainda, as Comissões de Transição com a incumbência de organizar informações da atual administração, para subsidiar a gestão da Primeira, Segunda e Terceira Vice-Presidência do TJMG e da Corregedoria-Geral de Justiça eleitas para o biênio 2020/2022. Para conhecer a relação completa dos integrantes dessas comissões acesse a íntegra da PORTARIA Nº 4.785/PR/2020.
O SERJUSMIG deseja que a nova Direção do TJMG tenha êxito na Administração do Poder Judiciário e que durante a próxima gestão continue prevalecendo o diálogo e a democracia, e que haja uma efetiva participação dos trabalhadores na tomada de decisão.
Foto: Renata Caldeira/TJMG