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SERJUSMIG

Sindicatos reivindicam auxílio-medicamento para servidores aposentados

 

A luta do SERJUSMIG e do SINJUS pelos direitos dos servidores aposentados ganhou um novo capítulo. Nesta quinta-feira, 6 de março, os Sindicatos protocolaram o Ofício Conjunto 6/2025 solicitando que o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) viabilize a conversão do Auxílio-Alimentação (vale-lanche) em Auxílio-Medicamento na aposentadoria dos servidores. Essa é uma reivindicação antiga das entidades, que buscam garantir melhores condições de vida para aqueles que dedicaram décadas ao serviço público.

ACESSE AQUI O OFÍCIO CONJUNTO 06/2025

No documento, as entidades destacam que, com o avanço da idade, os gastos com saúde aumentam significativamente, e o valor do atual Auxílio-Saúde é insuficiente para cobrir as despesas médicas e farmacêuticas dos aposentados. 

“Com o avançar da idade, os cuidados e as despesas com a saúde tendem a aumentar, de tal maneira que assumam um peso maior no orçamento das famílias trabalhadoras. Assim sendo, é justo e salutar que o TJMG atenda à nossa reivindicação em prol dos colegas aposentados”, defende o presidente do SERJUSMIG, Eduardo Couto.

A proposta apresentada ao TJMG é manter o pagamento do valor atualmente destinado à alimentação, convertendo-o em Auxílio-Medicamento. O projeto segue o exemplo do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), que implementou o auxílio farmacêutico para servidoras e servidores aposentados, reconhecendo a necessidade de suporte financeiro para medicamentos e tratamentos essenciais.

“Essa demanda foi discutida e aprovada pelos trabalhadores no 25º Encontro de Delegadas e Delegados do SERJUSMIG, que realizamos em setembro de 2024, e consta na Resolução Política do Encontro como um compromisso, dentre vários, assumido pela diretoria sindical, delegados, vice-delegados e demais trabalhadores que constroem a nossa luta”, recorda Eduardo Couto. 

ACESSE AQUI A RESOLUÇÃO POLÍTICA DO 25º ENCONTRO DE DELEGADAS E DELEGADOS

O SERJUSMIG e o SINJUS-MG reforçam que a concessão desse direito não é apenas uma questão financeira, mas sim de respeito e compromisso com aqueles que ajudaram a construir a Justiça mineira. Os Sindicatos aguardam um posicionamento do TJMG e cobram uma resposta rápida e efetiva. 

 

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