Pular para o conteúdo principal

SERJUSMIG

Fenajud celebra avanço pelo fim da escala 6×1 em defesa da dignidade de trabalhadoras e trabalhadores

A Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário nos Estados (Fenajud) celebra a aprovação da proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1. PAra a entidade, a aprovação signifca um avanço na luta por condições de trabalho mais justas e dignas. Embora a mudança não tenha impacto direto sobre os trabalhadores e trabalhadoras do serviço público, a Federação apoia a iniciativa por compreender que a garantia de mais tempo para descanso e convivência familiar representa uma conquista para toda a sociedade.

A proposta foi aprovada por 75 votos a favor e um contra nos dois turnos de votação. O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) foi o único a votar contrário à proposta. As abstenções e ausências também marcaram a votação da proposta que prevê o fim da escala 6×1. Entre os parlamentares que não participaram de um ou dos dois turnos estão Sergio Moro (PL-PR), Marcio Bittar (PL-AC) e Rogério Marinho (PL-RN), que não votaram em nenhuma das etapas. Como o texto já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados, em maio, e não houve alterações, a proposta segue agora para promulgação pelo Congresso Nacional.

Para a Fenajud, o trabalho deve garantir sustento e dignidade, sem comprometer o direito à saúde, ao lazer e à convivência com a família. A redução da jornada e a ampliação do descanso são medidas importantes para promover o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, contribuindo para a qualidade de vida da população.

A entidade também destaca que a mudança pode beneficiar especialmente as mulheres, que frequentemente acumulam as responsabilidades profissionais com o trabalho doméstico e de cuidado. Ter mais tempo para si e para a família é uma dimensão fundamental da dignidade humana e da construção de relações de trabalho mais justas.

O apoio à proposta reafirma o compromisso da Fenajud com a defesa dos direitos sociais epor entender que as conquistas trabalhistas devem ser valorizadas e ampliadas, reconhecendo o papel fundamental das entidades sindicais na mobilização e na construção de uma sociedade mais justa.

Fonte: Fenajud