
A operadora Unimed BH disponibilizou o informe de pagamentos do plano de saúde Unimed BH, para fins de declaração do Imposto de Renda (IR) em 2024, referente ao ano-base 2023. O sindicalizado pode obter o informe pelo aplicativo (Android ou IOS). Após efetuar o login, basta clicar em “Mais”, no canto inferior direito, e seguir para “Informe de pagamento”.
Após gerar o informe, caso o beneficiário verifique a ausência de algum dependente no extrato, deverá efetuar um novo cadastro no site, utilizando a carteirinha desse dependente e um novo endereço de e-mail. O sistema, então, fornecerá um informe específico. Isso pode ocorrer com os beneficiários que possuem planos diferentes do titular, com contratos distintos.
Havendo dúvidas, na obtenção dos informes, o sindicalizado pode entrar em contato com a equipe do SERJUSMIG.
Departamento UNIMED
Telefones: (31) 3025-3503 | 3025-3502 | 3025-3536
(31) 99646-2504
Yana: planodesaude@serjusmig.org.br
Rosilene: saude.sjm@serjusmig.org.br
Keli: saude@serjusmig.org.br
Atendimento nas regionais
Governador Valadares: Lucimar
(33) 3279-3809 | (33) 99197-7626 – regionalgovernadorvaladares@serjusmig.org.br
Manhuaçu: Daiana
(33) 3332-1848 – regionalmanhuacu@serjusmig.org.br
Poços de Caldas: Andrea
(35) 3721-2537 | (35) 98401-5851 – regionalpocosdecaldas@serjusmig.org.br
Juiz de Fora: Erika
(32)3216-1296 | (32)99860-3431 – regionaljuizdefora@serjusmig.org.br
Montes Claros: Leila
(38) 3216-1151 | (38) 99907-1136 – regionalmontesclaros@serjusmig.org.br
Pouso Alegre: Ana Karina
(35) 3421-9259 | (35) 99769-4685 – regionalpousoalegre@serjusmig.org.br
Uberaba e Uberlândia: Fernanda
(34) 3334-1871 | (34) 99814-0795 – regionaluberaba@serjusmig.org.br
Teófilo Otoni: Luana
(33) 3536-1210 | (33) 98705-2271 – regionalteofilootoni@serjusmig.org.br
Informe IPSEMG
Já estão disponíveis na página do IPSEMG os informes de rendimentos para pensionistas e os informes de contribuição à saúde do ano de 2023, para servidores que são beneficiários da assistência à saúde do instituto. O acesso a esses documentos se dará pelo menu “Acesso Rápido”.
Nos casos em que o beneficiário tenha esquecido sua senha, é possível gerar uma nova senha, clicando em “Esqueci minha senha”. Além disso, o Fale Conosco está disponível para sanar dúvidas.
ACESSE AQUI O FALE CONOSCO DO IPSEMG
Imposto de Renda 2024
O prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) em 2024, referente ao ano-base 2023, vai do dia 15 de março ao dia 31 de maio. O não envio da declaração no prazo estipulado é passível de multa.
Em janeiro, o Governo Federal anunciou que as pessoas que ganham até dois salários mínimos (R$2.824) não pagarão o IR. O reenquadramento na faixa de pagamento ocorreu junto com o aumento no salário mínimo em 2024.
Brasil sobrecarrega quem tem menos
Segundo o atual governo, ainda é necessário efetuar a correção da tabela do IR, tarefa não cumprida pelos governos anteriores. Até 2024, o governo Lula (PT) pretende isentar do Imposto de Renda as pessoas que ganham até R$5 mil. Para tanto, será necessário o apoio do Poder Legislativo.
Ainda no mês de março, o governo deverá encaminhar ao Congresso Nacional um projeto de lei para a reforma dos impostos sobre a renda, lucros, dividendos e patrimônios.
Além da atualização da tabela, a expectativa é de que se delibere sobre o fim da isenção sobre dividendos distribuídos por empresas, alterações nos juros sobre capital próprio pagos aos acionistas, mudanças na tributação da folha de salários e a implementação de um IRPF progressivo, fazendo com que aqueles que recebem mais também paguem mais.
Atualmente, a alíquota mínima do Imposto de Renda no Brasil é de 7,5%. A máxima, 27,5%. Com tais valores, os ditos super-ricos no país gozam de uma situação privilegiada, ao passo que os mais pobres e a classe média são penalizados pelo sistema tributário.
Em 2022, a pesquisa “O sistema tributário dos países da OCDE e as principais recomendações da entidade” analisou as cargas tributárias de 17 países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
A análise apontou que a maior alíquota do IRPF no Brasil, de 27,5%, está abaixo da média da OCDE e se aplica a um nível de renda muito inferior ao dos demais países. Ao fim, a pesquisa recomendou o aumento da faixa de isentos do IRPF no Brasil e o reajuste da alíquota máxima para percentuais entre 40% e 45%, incidindo sobre rendimentos superiores a R$44 mil mensais.
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