Pular para o conteúdo principal

SERJUSMIG

SERJUSMIG reitera cobrança por juros e correção monetária de pagamentos feitos com atraso




Atento aos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras do Poder Judiciário mineiro, o SERJUSMIG reiterou a cobrança para pagamento de juros e correção monetária referentes a seis direitos da categoria que foram implementados com atraso. A cobrança foi feita via ofício ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) no final de setembro.

ACESSE AQUI O OFÍCIO 71/2025

No documento, o SERJUSMIG reitera as cobranças para que o Tribunal pague juros e correção monetária, bem como solicita a divulgação de cronograma de pagamentos e informações detalhadas sobre o andamento de acordos sobre:

  1. Juros e correção monetária sobre atraso da promoção vertical (PV) 2008.
  2. Juros e correção monetária sobre pagamento em atraso dos seis níveis.
  3. Juros e correção monetária sobre pagamento em atraso da PV 2006.
  4. Juros e correção monetária sobre pagamento em atraso de ADE.
  5. Restituição de contribuições previdenciárias descontadas sobre substituições.
  6. Adicional de penosidade a assistentes sociais.

 SERJUSMIG ainda frisa que a PV 2022 foi quitada integralmente com atraso de 23 meses e sem que tenham sido pagos os juros e a correção sobre o período. Do mesmo modo, houve atraso na quitação dos valores devidos aos servidores que trabalham em jornada de oito horas, também sem incidência de juros e correção.

Outro atraso destacado no ofício corresponde às datas-bases dos anos de 2018 a 2023, cujos valores já foram calculados pela área administrativa do TJMG. O sindicato solicita a definição de cronograma para a quitação dos valores, já que o Tribunal sinalizou que o pagamento será feito de forma escalonada.

No ofício, o SERJUSMIG reitera que um precedente importante no TJMG foi estabelecido em agosto de 2024, com a celebração de acordo referente às datas-bases de 2014 a 2017.

“Naquela oportunidade, restou reconhecida a importância das práticas autocompositivas como instrumento de eficiência administrativa, pacificação social e redução do volume de demandas judiciais”, afirma o sindicato.

Para Eduardo Couto, presidente do SERJUSMIG, “o Tribunal deveria fazer todos os pagamentos sem atrasos, respeitando os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras. No entanto, caso não seja possível implementar os direitos no tempo adequado, o Poder Judiciário deve cumprir a lei, acrescendo aos pagamentos juros legais e correção monetária, como qualquer outro devedor. Com essas ações judiciais e administrativas, vamos mudando a cultura do Tribunal”, conclui o dirigente.

 

SERJUSMIG
Unir, Lutar e Vencer