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SERJUSMIG

Tribunal de Justiça publica apontamento de vagas da PV 2016

 

O TJMG publicou, na edição de 28/6 do DJE, o apontamento de vagas da PV 2016.

O SERJUSMIG lembra que o presidente do TJMG, em reunião com os sindicatos no último mês de abril, disse que teria determinado o aumento no orçamento da PV de R$ 6 para 10 milhões, o que aumentaria consideravelmente o número de servidores promovidos.

Entretanto, face ao elevado número de servidores inscritos, não parece que essa previsão irá se confirmar.

O SERJUSMIG está fazendo um comparativo da situação da PV 2015 com a PV 2016 para que tenha condições de dizer se, efetivamente e na prática, houve melhoria da oferta de vagas, se o tratamento dispensado às duas instâncias foi, como tem sido afirmado pela equipe técnica responsável por esse apontamento, isonômico, bem como outros aspectos relativos a esta questão, cujos resultados serão publicados em breve.

Ademais, na data de hoje, dirigentes do Sindicato estiveram pessoalmente com o des. Wagner Wilson, superintende da EJEF, em sessão do Órgão Especial, ao qual solicitaram o agendamento de uma reunião para que os técnicos possam clarear todas estas questões, apresentando uma memória de cálculo sobre como foi feito o apontamento de vagas, já que os critérios descritos nos editais não são suficientes para dar transparência aos números.

O desembargador mostrou-se solicito à reivindicação e, amanhã mesmo, o pedido será oficializado em seu gabinete, mediante protocolo de ofício.

Os salários dos servidores do Judiciário mineiro não têm sido corrigidos nos índices totais da inflação dos últimos anos, o que lhes tem corroído o poder de compra.

Mas, para agravar essa situação, a carreira tem se tornado cada dia mais difícil, pois, se por um lado aumenta o número de candidatos aptos a concorrer à PV, por outro as vagas diminuem.

Essa situação provoca profundo desestímulo aos servidores da Casa, especialmente aos mais novos, pois essa demora na promoção afetará não só suas carreiras, mas a própria aposentadoria, já que não se aposentam com proventos integrais e, sim, com a média salarial.

Ou seja, quanto mais tempo passam recebendo salários inferiores, mais isso impactará, de forma negativa, na conta final dos proventos de suas aposentadorias.